No primeiro texto da série, discutiu-se o modo como se organiza horários diários de estudos individuais durante o isolamento social. Nele, haviam instruções passo a passo para o estudante tomar posse do aprendizado fazendo ações simples com capacidade de fazer o aluno estudar qualquer disciplina ou matéria. No segundo texto que se apresenta, é trago alguns detalhes sobre os princípios estruturantes da Geografia necessários a um estudo com significado. Foca-se nos princípios da Geografia e também nos tipos de conteúdo, sendo estes não exclusivos da Ciência Geográfica. Alerta-se para o fato de que a dinâmica das atividades ser a mesma utilizada no texto anterior, haja vista que dar-se-á seguimento à ideia de criar caminhos favoráveis à leitura e interpretação de informações através de textos e outras linguagens que promovam autonomia ao estudante. Feitas essas iniciais, vai-se principiar a fundamentação sobre as bases do estudo geográfico.
A Geografia é uma ciência relativamente recente. Foi estruturada como tal somente no século XIX[1]. Enquanto ciência, a Geografia foi organizada em meados do século XIX, mas o conhecimento geográfico remete à Antiguidade, com os gregos que estudavam a forma da Terra e tentavam traçar um mapa que representasse o mundo[2]. Poder-se-ia viajar nos cenários que existem na Antiguidade para refazer os caminhos percorridos por outros povos antigos – Fenícios, Assírios, Mesopotâmicos, Incas, Maias, etc. – que bem observaram corpos celestes para muitos fins, em especial, os fins religiosos e agrícolas. Retornar à Antiguidade, para compreensão da origem da Geografia, é retornar à plenitude da Grécia Antiga, porque lá se destacaram figuras como Estrabão (63 a. C – 23 a. C) considerado pai da Geografia, haja vista a obra que escreveu intitulada Geografia[3]. Nessa obra ele relata suas viagens pelos países conhecidos na época. Outros personagens do conhecimento geográfico realizaram viagens pelo mundo de lá para cá. Foram muitas viagens acontecidas até por volta de meados do século XIX, onde os relatos geográficos eram mais uma linguagem do que uma ciência porque se encarregava de detalhar as viagens para documentação dos achados para tornarem posses dos reinos financiadores das viagens.
A virada aconteceu quando as descobertas ocorridas por causa das viagens exploratórias forçaram a sistematização do conhecimento decorrente de observações diretas e que passou a estabelecer os vínculos entre fenômenos naturais em relação a sua ocorrência no espaço, sendo que Humboldt o primeiro[4]. Para Humboldt, a Geografia compunha de saberes dos quais ela seria uma espécie de síntese dos conhecimentos relativos à natureza terrestre[5]. Junto com Humboldt, Carl Ritter se empenha em recolocar a Geografia na seara das Ciências Modernas definindo o objeto e o método específicos da Geografia para diferenciá-la de outros campos de estudo de conhecimento[6]. Ritter se baseia na concepção naturalista de Humboldt, mas inova ao trazer a ideia de desenvolvimento da vida humana como preocupação[7]. Portanto, esses dois alemães lançam como ideia inicial, uma ciência que mais se assemelha a ciência da natureza relacionando com a ideia da sobrevivência humana em sociedade que depende da natureza. Isso porque na mesma época estava em curso a Revolução Industrial e ela não atingira a produção agropecuária.
De certo modo, havia uma necessidade descomunal por ter terras continentais para a garantia de alimentos, matérias-primas e energias às sociedades. É aqui que entra em cena um terceiro alemão, Friedrich Ratzel (1844 – 1944) tributário nos esforços para estruturar uma vertente da Geografia que afirmara que “o ambiente interfere no desenvolvimento de uma sociedade na medida da disponibilidade dos recursos naturais existentes e, dependendo também de como se daria tal relação, haveria ou não obstáculo ao progresso”[8]. Assim, “o progresso estaria ligado ao uso permanente dos recursos oferecidos pelo meio, cabendo ainda a busca pela ampliação do espaço considerado necessário ao atendimento das sociedades”[9]. É bom notar que Ratzel mantém um olhar voltado para o espaço natural, mas associa-o à preocupação do desenvolvimento do progresso e arremata trazendo a ideia de expansão territorial. A esse conjunto de premissas ele nomeou de espaço vital e, de quebra, introduziu os fundamentos da Geopolítica[10], “segundo a qual as conquistas territoriais fundamentadas em ações militares nada mais são que a legítima ação do Estado sobre o espaço desejável”[11].
Desperta-se no estudante a clareza da semelhança da forma como os três precursores emparelham a Ciência Geográfica às ciências naturais. Primeiro, como já foi dito no texto, a prática de viajar é realizada pelos três teóricos assim como por outros tantos empreendedores, além de terem eles contato com diversos ambientes do planeta. Segundo, eles viviam em uma parte da Europa que era composta por uma série de reinos e ducados[12] e que passou por um processo de unificação para formar a atual Alemanha. Terceiro, até aquele momento, meados do século XIX, entre as nações europeias mercantilistas, a Alemanha, hoje assim chamada, era retardatária no patrocínio das viagens colonialistas da mesma forma que não possuía um território nacional contíguo, centralizado e forte, o que não impediu de dar a vitória aos alemães na guerra franco-germânica de 1870-1871[13]. Quarto argumento, não menos importante, os Germânicos deram início ao seu retardatário processo industrial, o que justifica o interesse em garantir sob sua posse áreas coloniais.
A soma de todos esses quatro pontos faz despertar para a motivação que Humboldt, Ritter, Ratzel, cada um a seu tempo, tiveram para criar as bases da Geografia na Alemanha. Mas a Geografia enquanto epistemologia foi implementada na França no mesmo período motivada pela derrota francesa na guerra franco-germânica de 1870-1871. Como os franceses optaram por iniciar a seu modo os estudos geográficos para estruturar a Ciência Geográfico conforme suas teorias, franceses terão atuação relevante na evolução da Geografia bem como na criação dos princípios cardeais da Geografia.
Salta aos olhos as divagações promovidas até aqui no texto para a história do pensamento geográfico. É proposital porque precisava referir mais profundamente a ligação que a origem da Geografia tem com a natureza, locus inicial da formação do conceito de espaço. Assim foi feito para se entender a perspectiva de que a análise geográfica tem uma centelha no ambiente natural e, logo na sequência, se dedica às ações da sociedade que concretizam e se materializam no espaço[14] natural ou artificializado.
Aqui, o espaço é o mais importante e nunca deixou de ser ao longo da evolução descrita aqui e para bem estuda-lo, cinco princípios foram estabelecidos, os quais sejam: Extensão, Causalidade, Analogia, Conexidade, Atividade.
Lendo Nogueira e Carneiro (2009), ainda que sejam princípios levantados no âmbito positivista, eles continuam tendo validade porque auxiliam na análise do espaço geográfico. O positivismo foi a corrente filosófica que sugere a ideia de ordem[15], sendo “para o positivismo, os estudos devem restringir-se aos aspectos visíveis do real, mensuráveis, palpáveis”[16]. Todos os fatos e, ou, fenômenos passam pela organização para que haja progresso, por isso, de certa forma, os princípios sejam utilizados desde tanto tempo. Para melhor visualização, veja a seguir o quadro retirado de Nogueira e Carneiro (2009, p.30):
O princípio da extensão diz respeito aos procedimentos e habilidades de localização dos fenômenos, isto é, encontrar o ponto específico em que algo acontece.
Quanto à causalidade, a preocupação é a origem do fenômeno; o que fez aquele fenômeno começar a acontecer. Para Nogueira e Carneiro (2009, p.30), se o indivíduo se perguntar sobre o causou o fato ou fenômeno, ele, o pesquisador será conduzido a procurar pela funcionamento e as consequências do acontecido. Uma coisa puxa a outra desde que o estudante mantenha-se curioso.
O terceiro princípio, o da analogia permite ao estudante-pesquisador compreender um fato ou fenômeno a partir de comparações, considerando-se as singularidades e as semelhanças[17]. No desenvolvimento desse princípio, aparece o nome do francês Paul Vidal de La Blache que milita a ideia de que para estudar bem uma certa área do planeta Terra é preciso comparar os elementos que compõem uma paisagem com os elementos paisagísticos de outra área. Confirma-se assim a necessidade de comparação.
O quarto princípio é o da conexidade, que atribui a ligação de um fato a outro, isto é, para o aluno entender como funcionam as relações estruturais, as relações socioambientais, é fundamental que exercitem a capacidade de composição da totalidade - natural, social, política, econômica, histórica, cultural – (NOGUEIRA E CARNEIRO, 2009, p.32) do espaço geográfico. O pesquisador é convidado a juntar os diversos materiais que já tenha coletado para, na linha de raciocínio, aumentar as ligações de informações sobre o tem pesquisado.
O princípio da atividade analisa as possibilidades de mudanças no espaço porque este é altamente mutável, portanto vivo e dinâmico. Sua análise exige observar a continuidade dos fatos/fenômenos que se encontram num tempo bem próximo um do outro para entender a realidade no tempo em que se encontra. Se a sequência dos fatos não for composta por tempos vicinais outro procedimento é que deve ser acionado, no caso, procede-se se valendo do princípio da conexidade.
Se se investiga o porquê, a própria investigação levará o estudante ativo a investigar a localização do fato ou fenômeno. Daí, na própria levantada de informações sobre as causas e localização, haverá curiosidade de verificar as transformações que ele causa no espaço com o passar do tempo assim como o quanto aquele fato ou fenômeno afeta outros fatos/fenômenos – princípios da conexidade e da analogia, respectivamente.
Os princípios se conectam e é por isso que são capazes de fazer uma pessoa entender fatos e fenômenos do início ao fim desde que a pessoa faça as perguntas básicas: Onde? Causas? Afeta o quê? Se parece com o quê? Gera transformação? Tudo passa pela pergunta e a astúcia de procurar as respostas, afinal, nesse mundo digital em que a hodierna sociedade vive, as fontes de leitura para chegar às respostas são acessíveis.
Na evolução da humanidade, controlar tempo, causas e efeitos sempre estiveram no pensamento humano, por isso o ser humano conseguiu se diferenciar no mundo animal. Instintivamente, o ser humano tal qual qualquer ser vivo evoluiu dando um passo de cada vez; fazer as ações uma a uma ainda que sendo suas ações pitorescas. Vale o mesmo no desenvolvimento de qualquer ciência.
Conforme previsto no início desse texto, cabe discorrer sobre os tipos de conteúdos, que se devem saber, não são exclusivos da Geografia. Os tipos de conteúdos auxiliam no entendimento do sentido que se deve ter sobre uma matéria ou componente curricular[18] no ato de estudar, sendo eles, com base em Adas (2011, p.13), capazes de articular os conteúdos para desenvolver as habilidades de aprendizagem que o aluno deva saber executar.
Com base em Maria Helena Callai[19] são esses os tipos de conteúdos:
Factuais: São informações relativas a fatos/fenômenos corriqueiros que são obtidos nos noticiários, nos livros, nos mapas. Dão mais concretude à compreensão do tema estudado porque ajudam a caracterizá-los; defini-los.
Conceituais: São os saberes teóricos adquiridos pelas leituras, explicações dos professores. Ajudam a interpretar/compreender a realidade porque servem como chave de revisão dos fundamentos do tema.
Procedimentais: São os conteúdos que necessitam de ações passo a passo. Envolvem a mediação do professor ao “desenvolver a capacidade de saber fazer algo ou utilizar instrumentos e técnicas para a realização de um estudo”. Podem acontecer através de observações concretas e práticas do fato/fenômeno, interação de textos, mapas dentre outras fontes.
Atitudinais: “Envolvem o aspecto afetivo, emocional, valores, atitudes, comportamentos que resultam do modo como o mundo é visto pelos alunos”. Faz desenvolver a participação nas ações coletivas e de consciência quanto à ética. Cria fundamentos do convívio.
Os argumentos utilizados nesse texto servem para que se compreenda os motivos de se estudar Geografia. O respeito à Ciência Geográfica se torna pleno a partir do momento que há construção do saber dentro da ciência da mesma forma como se percebe sentido nos procedimentos que uma pessoa deve realizar para estudar. É a criação do hábito, mesmo que simples, de fazer alguma ação fazendo-a passo a passo; fazer um pouco a cada dia, mas sem deixar de fazê-lo diariamente.
A Geografia deixa de ser uma forma de comunicação de achados e passa a ser uma ciência quando tem a missão de criar um cenário de unidade territorial na nação dos seus precursores. Na mesma ideia da unidade, os princípios cardeais são criados e alicerçam a compreensão da realidade para dar ao espaço geográfico seu caráter de transformação, que, por sinal é dinâmico, vivo, inexorável. Até hoje, embora o aluno da Educação Básica[20] não saiba, é utilizado no momento de os autores e professores elaborarem matérias e aulas.
Quando a pessoa enxerga a construção da lógica da matéria executando seus movimentos com base nas técnicas que cada componente curricular oferece, a compreensão é facilitada. Mas não se engane, é preciso esforço para aplicar as técnicas e chegar ao conhecimento, afinal, as primeiras leituras são pouco saborosas porque ainda está sendo criado o hábito e o prazer de se aprender a aprender[21]. Porém, quando o estudante se pauta na curiosidade e na perseverança a alegria do que está sendo feito para se adquirir conhecimento explode entendimento.
Esse tempo de pandemia associado ao isolamento social, fez a humanidade desacelerar para refletir sobre o que é importante na vida do indivíduo. Convocou professores e alunos a repensar a escola como espaço geográfico. O desafio posto é olhar com mais praticidade a imersão na tecnologia para realmente incorpora-la ao cotidiano de educação escolar, mas primando pela dignidade, ética, equilíbrio, honestidade, inclusão. A reflexão leva cada pessoa a repensar como estavam usando a escola e a tecnologia de comunicação.
Portanto, há algo de positivo aprendido nesse tempo de pandemia. Lamenta-se e se chora pelos que faleceram em decorrência da COVID-19, mas não existe somente doença e morte. Existe desenvolvimento, existe humanidade, existem ações que favorecem a saúde individual e coletiva. Também leva a humanidade a retornar às origens da vida humana e, de repente, retomar à essência da existência que é a capacidade de resposta do ser humano aos diversos estímulos naturais ou culturais. A inteligência humana vem sendo testada a dar respostas para que sobreviva na Terra desde muito tempo atrás. Atualmente não é diferente. A inteligência[22] foi o que fez o ser humano chegar até esse século e continuará a fazê-lo passar por essa pandemia como foi em outros tantos problemas do passado. O ser humano está sendo conduzido a voltar às origem de sua existência. Você já pensou nisso?
Bons estudos.
Ygo Mendes Pereira Barbosa
Bibliografia consultada:
ADAS, Melhem; ADAS, Sérgio. Expedições geográficas (Manual do
professor). 1ed. São Paulo: Moderna, 2011.
MORAES, Antônio Carlos Robert. Geografia (Pequena
História Crítica). Disponível em http://www2.fct.unesp.br/docentes/geo/bernardo/BIBLIOGRAFIA%20DISCIPLINAS%20GRADUACAO/PENSAMENTO%20GEOGR%C1FICO%202017/3-Moraes,%20A.C.R.%20Geografia_Pequena_historia_critica.pdf.
Acesso em 28
de abr. 2020 às 10.NOGUEIRA, Valdir; CARNEIRO, Sonia Maria Marchiorato. Educação geográfica e a formação da consciência espacial-cidadã: Contribuições dos princípios geográficos. Boletim geográfico, Maringá, v. 26/27, n. 1, p. 25-37, 2008/2009. Disponível em http://www2.fct.unesp.br/docentes/geo/raul/biogeografia_saude_publica/aulas%202014/2-raciocinio%20geogr%E1fico.pdf. Acesso em 24 de abr. 2020 às 10.
PENA, Rodolfo Alves. “Friedrich Ratzel”; Brasil Escola. Disponível em. https://brasilescola.uol.com.br/geografia/friedrich-ratzel.htm?aff_source=56d95533a8284936a374e3a6da3d7996. Acesso em 27 de abr. 2020 às 22 e 50.
PENNA, Lincoln de Abreu. Positivismo. https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/POSITIVISMO.pdf. Acesso em 28 de abr. 2020 às 10.
PEREIRA, Robson da Silva. Geografia. São Paulo: Blucher, 2012 – (coleção
a reflexão e a prática no ensino; 7).
SILVA, Daniel Neves. "Unificação Alemã"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historiag/unificacao-alemanha.htm. Acesso em 28 de abril de 2020.Exercícios de compreensão:
01- Leia o texto o mais rápido que puder na primeira vez. Na segunda vez, leia fazendo pausas.
02- Elabore um resumo em tópicos do conteúdo do texto. Para cada parágrafo, crie um tópico de três linhas.
03- No resumo em tópicos que você elaborou e escreveu no caderno, releia-o e marque as palavras-chave. Em seguida, monte um mapa conceitual. Se tiver dúvida de como fazer o mapa, acesse https://ygogeo.blogspot.com/
04- Anote as palavras que mais se repente no texto e procure o significado de acordo com que foi utilizada no texto.
05- Anote as palavras que você nunca ouviu falar e procure o significado de cada uma delas.
06- Crie uma questão de marcar utilizando o que aprendeu nesse texto. O enunciado deve possuir pelo menos 3 linhas e cada uma das cinco alternativas dever ter aproximadamente duas linhas.
Exercícios de extrapolação:
01- Explique o que foi o Determinismo.
02- Explique o que foi o Possibilismo.
03- Caracterize a Conferência de Berlim.
04- O que significa dizer que uma ciência é positivista?
[1] (PEREIRA, 2012, p.22)
[2] (PEREIRA, 2012, p.22)
[3] (PEREIRA, 2012, p.22)
[4] (PEREIRA, 2012, p.23; ADAS, 2011, p.4)
[5] (PEREIRA, 2012, p.23)
[6] (ADAS, 2011, p.4)
[7] (KRETSCHMER, 1942 apud PEREIRA, 2013,
p.23)
[8] (PEREIRA, 2013, p.23)
[9] Pereira (2013, p.23)
[10] (PEREIRA, 2013, p.23; PENA, 2020)
[11] (MORAES,1983, apud PEREIRA, 2013, p.23)
[12] (SILVA, 2020)
[13] Silva (2020)
[14] (ADAS, 2011, p. 12)
[15] (PENA, 2020)
[16] (MORAES, 1985, p.7)
[17] (NOGUEIRA E CARNEIRO, 2009, p.32)
[18]
Componente curricular é a mesma coisa que disciplina ou o conjunto de
“matérias” que se estuda por horário na escola. Exemplos: Componente curricular
de Língua Portuguesa, Componente curricular de Matemática, Componente
curricular de Geografia, Componente curricular de História, dentre outras.[19] (apud ADAS, 2011, p. 13),
[20]
São as séries que aluno estuda desde sua entrada na educação até o 3º ano do
Ensino Médio, passando pela Educação Infantil, Ensino Fundamental I (1º ao 5º
ano) e II (6º ao 9º ano).
[21]
PCN, 1998.
[22] LUCHESI, Cipriano Carlos.
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